Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:
- Sim, já beijei antes uma mulher.
- Quem era ela? perguntou com dor.
Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.
O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir – era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.
E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca. E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.
A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.
E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, enquanto sua sede era de anos.
Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando. O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava… o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.
De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.
Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.
E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.
Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida… Olhou a estátua nua. Ele a havia beijado. Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido. Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele… Ele se tornara homem
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Nem a Rosa, nem o Cravo…
As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades?
Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. Contra tudo que é a beleza cotidiana do homem, o nazifascismo se levantou, monstro medieval de torpe visão, de ávido apetite assassino. Outros que falem, se quiserem, das árvores nas tardes agrestes, das rosas em coloridos variados, das flores simples e dos versos mais belos e mais tristes. Outros que falem as grandes palavras de amor para a bem-amada, outros que digam dos crepúsculos e das noites de estrelas. Não tenho palavras, não tenho frases, vejo as árvores, os pássaros e a tarde, vejo teus olhos, vejo o crepúsculo bordando a cidade. Mas sobre todos esses quadros bóiam cadáveres de crianças que os nazis mataram, ao canto dos pássaros se mesclam os gritos dos velhos torturados nos campos de concentração, nos crepúsculos se fundem madrugadas de reféns fuzilados. E, quando a paisagem lembra o campo, o que eu vejo são os trigais destruídos ao passo das bestas hitleristas, os trigais que alimentavam antes as populações livres. Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.
Mas sei todas as palavras de ódio, do ódio mais profundo e mais mortal. Eles matam crianças e essa é a sua maneira de brincar o mais inocente dos brinquedos. Eles desonram a beleza das mulheres nos leitos imundos e essa é a sua maneira mais romântica de amar. Eles torturam os homens nos campos de concentração e essa é a sua maneira mais simples de construir o mundo. Eles invadiram as pátrias, escravizaram os povos, e esse é o ideal que levam no coração de lama. Como então ficar de olhos fechados para tudo isto e falar, com as palavras de sempre, com as frases de ontem, sobre a paisagem e os pássaros, a tarde e os teus olhos? É impossível porque os monstros estão sobre o mundo soltos e vorazes, a boca escorrendo sangue, os olhos amarelos, na ambição de escravizar. Os monstros pardos, os monstros negros e os monstros verdes.Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas. Hoje só 0 ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só 0 ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!
(conto de: Jorge Amado)
Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. Contra tudo que é a beleza cotidiana do homem, o nazifascismo se levantou, monstro medieval de torpe visão, de ávido apetite assassino. Outros que falem, se quiserem, das árvores nas tardes agrestes, das rosas em coloridos variados, das flores simples e dos versos mais belos e mais tristes. Outros que falem as grandes palavras de amor para a bem-amada, outros que digam dos crepúsculos e das noites de estrelas. Não tenho palavras, não tenho frases, vejo as árvores, os pássaros e a tarde, vejo teus olhos, vejo o crepúsculo bordando a cidade. Mas sobre todos esses quadros bóiam cadáveres de crianças que os nazis mataram, ao canto dos pássaros se mesclam os gritos dos velhos torturados nos campos de concentração, nos crepúsculos se fundem madrugadas de reféns fuzilados. E, quando a paisagem lembra o campo, o que eu vejo são os trigais destruídos ao passo das bestas hitleristas, os trigais que alimentavam antes as populações livres. Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.
Mas sei todas as palavras de ódio, do ódio mais profundo e mais mortal. Eles matam crianças e essa é a sua maneira de brincar o mais inocente dos brinquedos. Eles desonram a beleza das mulheres nos leitos imundos e essa é a sua maneira mais romântica de amar. Eles torturam os homens nos campos de concentração e essa é a sua maneira mais simples de construir o mundo. Eles invadiram as pátrias, escravizaram os povos, e esse é o ideal que levam no coração de lama. Como então ficar de olhos fechados para tudo isto e falar, com as palavras de sempre, com as frases de ontem, sobre a paisagem e os pássaros, a tarde e os teus olhos? É impossível porque os monstros estão sobre o mundo soltos e vorazes, a boca escorrendo sangue, os olhos amarelos, na ambição de escravizar. Os monstros pardos, os monstros negros e os monstros verdes.Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas. Hoje só 0 ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só 0 ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!
(conto de: Jorge Amado)
Dos sonhos ás recordações
Hoje, apesar de não sentir vontade de chorar, sinto-me triste! Logo agora que tinha resolvido abandonar a tristeza.Quando acordei, pensei em ti; aliás, penso todos os dias. Porém, há pensamentos mais profundos do que outros, com uma saudade mais intensa. Sim, foi isso mesmo que senti, uma grande saudade.
Sonhei contigo! No sonho, estávamos numa casa antiga, que era nossa, e eu procurava roupa para nós dois vestirmos. Íamos à casa funerária dizer adeus, pela última vez, a alguém amigo meu. Tu não o conhecias, foste apenas fazer-me companhia e eu adorei o teu gesto: isto talvez por nunca ter tido um companheiro de verdade. Quando lá chegamos o morto já não estava, e as poucas pessoas que vi não as conheciam.Todavia, mesmo estando triste por tratar-se de alguém amigo que partia desta para outra, sentia-me bem ao teu lado. Sentia que, finalmente, havia encontrado o que sempre procurei: alguém, alguém que se sentisse orgulhoso em me proteger. Nós, algumas das mulheres, mesmo não sendo necessário gostamos de nos sentir preservadas, protegidas. Julgo ser algo que nasce conosco, uma espécie de alimento para a alma. Tal como o pão, a carne, alimentam o corpo, o afeto, o carinho, alimentam o espírito.Voltando à tristeza e ao sonho, mais triste fiquei ao despertar e deparar com a realidade; toda a proteção que sentira não passara de mais um dos meus sonhos apenas sonhado. Por algum tempo fiquei pensando no sabor desse sonho gostoso, de como foi bom sentir-me protegida por ti e, para que não o esquecesse, gravei-o na minha memória tal como fiz com a tua mensagem deixada no telefone.Levantei-me e preparei-me para sair. Quando me vestia veio-me há idéia a blusa bege sem mangas, aquela que um dia viste por debaixo da soera que vestia e me disseste: - “essa blusa ficava-te bem com umas calças de ganga”. Fui a gaveta da cômoda, procurei-a entre as outras e vesti-a. Na verdade tinhas razão; fica-me mesmo bem com estas calças. Contudo, continuo triste; pois não estás aqui para me veres com ela vestida.
Agora ando sempre com blusas sem mangas, tenho várias próprias para usar com calças em cores diferentes; branca, vermelha com riscas brancas, azul-marinho, lilás, enfim... presentemente é a bege a minha preferida mas, em breve, o Inverno chega e volto a vestir as soeras em cima delas.Na tua carta dizes que me vês por estas lindas paisagens da Ilha; na verdade são lindas, mas antes eram muito mais, vejo-as como se fossem um quebra-cabeças onde falta uma peça para completar essa beleza.Também dizes que aí está frio e neve; pois é, já chegamos ao Inverno, aqui o tempo também não está bom; temos vento, frio e chuva. O tempo está cinzento, mas eu vejo-o ainda mais escuro; falta a luz dos teus olhos para o clarear. O quarto onde durmo é abrigadinho, tenho várias cobertas na cama mas, mesmo assim, sinto frio: falta-me o calor do teu corpo encostado ao meu. Nada, mas mesmo nada, aquece como o calor do corpo humano; julgo que também o sabes.
Nada ficou esquecido. Relembro tudo: o passeio ao Centro de la Nature de Laval, a Village des Arts, onde tudo era feito em miniaturas, ainda me dá vontade de rir ao ver a tua foto em frente à igreja; eras da altura dela. Já ao lado das estátuas de um homem e uma mulher nus, feitas de bronze, foi ao contrário; elas eram mais altas do que tu, como vez eu recordo tudo, mesmo sabendo que só me faz mal recordá-las e não as poder ter de novo. Quem sabe se um dia as terei?
E no dia que fomos a Quebec, a cidade antiga, a Rue Petit-Champlain, onde tudo era tão diferente do Ontário que conhecia; ali sentia-me como se estivesse viajando pela Europa.
Após esta agradável tarde passada nas ruas de Quebec voltamos ao quarto do segundo andar do prédio, tiramos a roupa, nos enfiamos debaixo dos lençóis azuis e, assim, permanecemos até não agüentarmos mais. O cansaço não era pouco, mas a vontade de nos amarmos era muito maior. Foi belo sentir nossos corpos suados e entrelaçados um no do outro, nossas bocas ofegantes unidas num beijo longo e gostoso, acabando por adormecermos abraçados, enfim... apenas recordações e sonhos.
Sonhei contigo! No sonho, estávamos numa casa antiga, que era nossa, e eu procurava roupa para nós dois vestirmos. Íamos à casa funerária dizer adeus, pela última vez, a alguém amigo meu. Tu não o conhecias, foste apenas fazer-me companhia e eu adorei o teu gesto: isto talvez por nunca ter tido um companheiro de verdade. Quando lá chegamos o morto já não estava, e as poucas pessoas que vi não as conheciam.Todavia, mesmo estando triste por tratar-se de alguém amigo que partia desta para outra, sentia-me bem ao teu lado. Sentia que, finalmente, havia encontrado o que sempre procurei: alguém, alguém que se sentisse orgulhoso em me proteger. Nós, algumas das mulheres, mesmo não sendo necessário gostamos de nos sentir preservadas, protegidas. Julgo ser algo que nasce conosco, uma espécie de alimento para a alma. Tal como o pão, a carne, alimentam o corpo, o afeto, o carinho, alimentam o espírito.Voltando à tristeza e ao sonho, mais triste fiquei ao despertar e deparar com a realidade; toda a proteção que sentira não passara de mais um dos meus sonhos apenas sonhado. Por algum tempo fiquei pensando no sabor desse sonho gostoso, de como foi bom sentir-me protegida por ti e, para que não o esquecesse, gravei-o na minha memória tal como fiz com a tua mensagem deixada no telefone.Levantei-me e preparei-me para sair. Quando me vestia veio-me há idéia a blusa bege sem mangas, aquela que um dia viste por debaixo da soera que vestia e me disseste: - “essa blusa ficava-te bem com umas calças de ganga”. Fui a gaveta da cômoda, procurei-a entre as outras e vesti-a. Na verdade tinhas razão; fica-me mesmo bem com estas calças. Contudo, continuo triste; pois não estás aqui para me veres com ela vestida.
Agora ando sempre com blusas sem mangas, tenho várias próprias para usar com calças em cores diferentes; branca, vermelha com riscas brancas, azul-marinho, lilás, enfim... presentemente é a bege a minha preferida mas, em breve, o Inverno chega e volto a vestir as soeras em cima delas.Na tua carta dizes que me vês por estas lindas paisagens da Ilha; na verdade são lindas, mas antes eram muito mais, vejo-as como se fossem um quebra-cabeças onde falta uma peça para completar essa beleza.Também dizes que aí está frio e neve; pois é, já chegamos ao Inverno, aqui o tempo também não está bom; temos vento, frio e chuva. O tempo está cinzento, mas eu vejo-o ainda mais escuro; falta a luz dos teus olhos para o clarear. O quarto onde durmo é abrigadinho, tenho várias cobertas na cama mas, mesmo assim, sinto frio: falta-me o calor do teu corpo encostado ao meu. Nada, mas mesmo nada, aquece como o calor do corpo humano; julgo que também o sabes.
Nada ficou esquecido. Relembro tudo: o passeio ao Centro de la Nature de Laval, a Village des Arts, onde tudo era feito em miniaturas, ainda me dá vontade de rir ao ver a tua foto em frente à igreja; eras da altura dela. Já ao lado das estátuas de um homem e uma mulher nus, feitas de bronze, foi ao contrário; elas eram mais altas do que tu, como vez eu recordo tudo, mesmo sabendo que só me faz mal recordá-las e não as poder ter de novo. Quem sabe se um dia as terei?
E no dia que fomos a Quebec, a cidade antiga, a Rue Petit-Champlain, onde tudo era tão diferente do Ontário que conhecia; ali sentia-me como se estivesse viajando pela Europa.
Após esta agradável tarde passada nas ruas de Quebec voltamos ao quarto do segundo andar do prédio, tiramos a roupa, nos enfiamos debaixo dos lençóis azuis e, assim, permanecemos até não agüentarmos mais. O cansaço não era pouco, mas a vontade de nos amarmos era muito maior. Foi belo sentir nossos corpos suados e entrelaçados um no do outro, nossas bocas ofegantes unidas num beijo longo e gostoso, acabando por adormecermos abraçados, enfim... apenas recordações e sonhos.
I
Já quis tentar formas novas
Foi mais ou menos em vão:
Hoje nestas velhas trovas
Falará meu coração.
II
Tudo que sinto e padeço
Posso descrever assim:
O prazer não tem começo
E a tristeza não tem fim
III
Trago há muito no sentido,
De que vem maior cuidado?
Será dum bem já perdido
Ou dum bem nunca alcançado?
IV
Dá-me essa voz tão amena
Para cantar este enlevo,
Ave que me deste a pena
Com que meus versos escrevo.
V
Tudo já me persuade
Que a ti já não me hei de opor:
Longes mata de saudade
E perto matas de amor.
VI
Anda a violeta chorosa
E a rosa alegre e faceta,
Só porque eu te chamei rosa
E não te chamei violeta.
VII
As estrelas no alto abrigo,
Mais alegre fico a vê-las
Todas as vezes que digo
Que teus olhos são estrelas.
VIII
Das flores mais preciosas
O doce molho é composto
Não trago jasmim nem rosas,
Porque já os tem no rosto.
IX
Quanto é forte o meu desejo
Nesta afeição insensata:
Morro, porque te não vejo
E sei que ver-te me mata.
X
A pensar-me as vezes ponho
E não posso compreender
Porque sempre acaba o sonho,
Quando começa o prazer:
XI
Guardo penas inimigas
Nestas cantigas amenas
E quando canto as cantigas,
O coração sente as penas.
XII
Há no coração sombrio
Um eco brando e sonoro
Que adormece quando rio
E desperta quando choro.
XIII
Disto enfim já não duvido,
No mundo o maior cuidado
Vem do bem que foi perdido
Antes de ser alcançado.
XIV
Ó coração, quando choras,
Bate com arquejos lentos,
Marca o tempo, não por horas,
Mas sim por meus sofrimentos.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Você é dotado de habilidades da mesma forma como seus semelhantes. Ainda não acredita?
Então é hora de mudar seu modo de vida e sentir a diferença.
Para melhor. A natureza acolhe e sustenta a todos.
Se você entrar em sintonia com ela, verá que sua disposição vai aumentar.
Afinal você é parte dela. Conheça-se e verá que as estações do ano têm uma particularidade
que você até havia esquecido. O sol tenta lhe agradar e para tanto muda de posição todos os
dias. E você, absorto em seus problemas, nem percebe. Os rios suplicam para que você não
jogue detritos em seus leitos. E você demora para mudar, mas a hora certa é todo dia, toda
hora. E aqueles hábitos simples dos quais você já ouviu falar muitas vezes?
Também estes mudam sua vida para melhor. Caminhe todos os dias para conhecer os jardins
e as avenidas. Não pense que isto é ridículo. Seu coração sairá fortalecido e sua corrente sanguínia
estará melhor oxigenada. Quando ouvir os sinos de alguma igreja badalarem solenemente, a
hora é de comunhão, de paz. O sinal da cruz que sua mãe lhe ensinou, será o elo entre a
divindade terrestre e dos céus. Nem pense duas vezes para elevar os olhos e agradecer pelo
momento.
E SUA VIDA ESTARÁ MUDANDO PARA MELHOR
Sem motivo nenhum assim, amo porque te amo, por amar,
tua presença faz bem para mim.
Amo sem motivos e por todos eles.
És como sorvete em dia de calor, lareira acesa quando faz frio.
Blusão macio quando me abraças, e poço de abandono quando te afastas.
Acordo pela manhã, só para te ver, durmo com o único objetivo,
de contigo sonhar e te ter, do jeito que quero, todo meu.
Amo porque te amo, e tu nem sabes o quanto .
que quando tenho, não disfarço, o quanto te quero ter.
Declaro meu amor em brincadeiras, feito criança sapeca e arteira,
para quem sabe um dia, tu perceberes como são verdadeiras.
Te quero porque te amo
Te amo porque te quero...
Certa vez contratei um carpinteiro que tivera alguns problemas no dia em que nos encontramos para acertar o serviço.
Perdeu uma hora com o pneu furado, sua serra elétrica quebrou e por fim ainda sua caminhonete velha não pego una hora da saída.
Fui levá-lo em casa e, durante o trajeto, o homem se manteve em silêncio.
Quando chegamos, convidou-me para conhecer sua família.
Ao nos dirigirmos à porta de entrada, ele parou junto a uma pequena árvore e tocou seus galhos com as duas mãos.
Enquanto abria a porta da casa, o carpinteiro passou por uma transformação incrível. Seu rosto iluminou-se num sorriso e ele abraçou sua mulher e seus filhos pequenos.
Depois acompanhou-me de volta ao carro e, quando passamos pela árvore, perguntei-lhe do seu gesto quando chegamos.
"ESTA É MINHA ÁRVORE DOS PROBLEMAS",
respondeu o carpinteiro.
"Sei que não posso evitar as adversidades, mas ela não tem lugar na minha casa, na minha família.
Por isso, eu as penduro na árvore quando chego.
No dia seguinte, eu as pego de volta.
E o engraçado prosseguiu, é que muitas vezes o vento as sopra e leva embora.
No dia seguinte não encontro tantas quantas lembro de ter deixado penduradas na noite anterior."
Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram nos seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco na ilha, antes que ela se afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me consigo.
Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para si.
Ele pediu ajuda à Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar o meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me consigo.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o 'AMOR'

Exalo perfume como as flores exalam.
Meu canto é suave pois do amor fala.
Meu riso é aquilo que todos os rostos precisam.
Meu caminhar é para te libertar..
Meus pés é a estrada para todos que passam.
Sou o gorjeio de uma ave que canta, para
uma outra ave ouvir...
Sou a ave que ouvi, e voa de encontro para ser feliz.
Sou o retrato que na parede mostra a estrela do meu olhar..
Sou a mistura da grandeza de vários sentimentos...
Sou o sentido maior dessa grandeza do carinho da razão.
Sou a paixão da natureza da mente e do coração.
O sol que se abre ao amanhecer.
A vontade de ter um bem querer.
O mal me quer e o bem me quer.
O beijo dado em qualquer ocasião.A vontade do sim e o medo do não...
A palavra de conforto que vem do coração.
Só quem busca o seu caminho encontra a realidade.
O resumo disso tudo se chama....
FELICIDADE...
Você: um céu totalmente azul.
Você: que vê o meu olhar diante de um sonho.
Você: que segue todos os meus passos.
Você: o desejo de cada manhã de sol.
Você: amor que guardo a cada dia.
Você: sorriso que faz um rosto triste ser feliz.
Você: pessoa indispensável a cada momento que preciso.
Você: que até em sonho me faz completa.
Você: luz que brilha tão longe,e que tenho medo de alcançar.
Você: mãos que se estende querendo carinho.
Você: vida de um sonho que eu quis entrar e
que agora não tenho forças para sair.
Você: vida minha ,que eu hei de ficar até morrer.
Você: história que sempre ira ficar guardada na minha memória.
Você: sempre Você...
Vários sentimentos
Existem vários sentimentos
Cada um tem sua aparência
Cada um com sua expressão
E triste ver uma lagrima nos olhos
Mas é lindo ver um sorriso no rosto
Quando se ama ,tem carinho
Quando tem carinho,é porque existe amor
O ciúmes um sentimento de posse
As vezes intolerante
Outras vezes uma forma de dizer te amo...
O ódio e um sentimento mesquinho
Onde a ódio,não a paz
O amor e lindo transforma a
alma ,deixa o coração palpitar
O sentimento mais lindo
É saber e ensinar a "amar"
Posso não ser tudo aquilo que você sonhou.
Todos tem o direito de sonhar.
Mas você um dia vai querer sonhar comigo, e nesse
dia eu não vou mais estar em teus sonhos.
Posso não ser o cobertor macio e felpudo que te aquece no inverno.
Mas uma coisa ele não tem, que é o calor do meu corpo.
Posso não ser aquela taça de cristal que você tanto gosta.
Mas um dia ela pode se quebrar e você pode colocar outra igual no lugar, só que outra igual a mim não terá.
Eu posso não ser tantas coisas que você quis que eu fosse...
Mas eu jamais seria o que não sou!
Quando se ama não se faz cobranças e muito menos querer mudar o jeito de ser de alguém, tentamos melhorar
mas não mudamos o que somos.
Porque se um dia eu tentasse ser o que você sonhou pra você, eu não seria eu mesma...e com certeza estaria te fazendo muito feliz.
Só que eu seria a pessoa mais infeliz desse sonho...
São tão triste as horas
que passo sozinha
Que solidão, os minutos sem você
Os segundos são pesadelos
Não sei o que fazer
Minha cama esta fria
Minha alma esta chorando
E vão se passando os dias
E meu amor vai aumentando...
E assim vou sofrendo
Mas não sei como dizer
Que no fundo da minha alma
Meu amor quer te esquecer...
Se não me deixasse sozinha
Nada podia acontecer
Nem meu coração choraria
Minha cama não ficaria fria
Meu amor, eu nunca iria te esquecer!!
A felicidade é um tesouro
Trancado dentro de um cofre
Cuja chave se procura
Em todos os cantos se vasculha
Numa busca incessante
Por muitos e muitos anos
Às vezes, a vida inteira
E não se consegue encontrar.
O motivo do insucesso
É que a busca é sempre feita
Em meio à riqueza e ao poder
Entre a fama e o prazer
Ou entre o luxo e o dinheiro,
O que ao final sempre gera
A decepção, o vazio...
Pois a chave, na verdade,
Está noutra direção:
Está em meio ao amor
À renúncia, ao perdão
À doação, à humildade
À paz, à simplicidade
À arte de compartilhar
De servir e de ajudar
De louvar e agradecer
De relevar e esquecer
O mal que nos atingiu.
Nisso consiste o segredo
De encontrar na realidade
A chave de um grande tesouro
Chamado felicidade!
Cada um vive num canto do universo
A iluminar a imensidão do infinito,
Apesar de estarem sempre tão distantes
Encontram-se excepcionalmente
E esse encontro em alto estilo é celebrado
Com o eclipse, um cenário fascinante!
Ele é caliente, é chamado de astro-rei
Ela encanta os corações mais insensíveis,
Ambos são belos, atraentes e brilhantes
Contemplá-los é sempre gratificante!
Ele é e sempre será solitário
Acostumou-se a viver isoladamente
Ela tem inseparáveis companheiras
Pequeninas, vistosas e reluzentes;
Enquanto ele aparece à luz do dia
Ela aguarda a noite para se mostrar,
Quando ele começa a se recolher
Lá está ela já prestes a despertar,
Ele é calor, vivacidade e alegria
Ela é mistério, romantismo e magia,
Conservador, ele traz sempre a mesma imagem
Criativa, ela exibe quatro roupagens,
Ela é noturna, é revestida de prata
Ele é diurno, é revestido de ouro,
Talvez sejam todas essas diferenças
O segredo desse amor tão duradouro!
Estás comigo na ventura e no infortúnio
Tranquila então vou percorrendo a minha senda
Mesmo ciente do perigo que me ronda
Nada temo, pois vigias minha tenda.
Nos percalços desta vida és o meu guia,
Os teus braços estão sempre a me acolher
Pela fé, eu me entrego, me abandono...
E confio cegamente em teu poder!
Por isso mesmo, a cada dia que amanhece,
Agradeço o desvelo desse olhar
Que afasta toda a trama do inimigo
Sempre prestes a minha vida arruinar.
Não importa a desgraça iminente
Se a meu lado está sempre a me guardar
Aquele que transforma a água em vinho
E a procela é capaz de abrandar.
Rendo graças a Jesus por tua bondade
Canto hinos em teu nome, em teu louvor,
Permaneço firme na adversidade
E confio plenamente em teu amor!
Rasgando o negro véu da noite surge a lua
Eterna musa inspiradora do poeta
Que o acompanha pelas noites solitárias
Com seus intentos rapidamente se entrosa
Somente para ser cantada em verso e prosa.
Lua discreta que desponta sorrateira
E a face oculta da noite vai descobrindo
Com as estrelas tem grande cumplicidade
Flagram juntas o que é feito às escondidas
Enquanto o sol a sono solto está dormindo.
Lua silente, testemunha dos amantes
Ouvidora de suas juras e sussurros
Conhecedora de seus velados segredos
E de seus tantos devaneios incessantes.
Lua que brinca de se esconder do sol
E ao redor da terra gosta de viajar
Lua atraente que o homem busca alcançar
Para um por um de seus mistérios desvendar.
Lua que é tema de inesquecíveis canções
Violeiros por ela são inspirados
Há quem diga que ela acalenta sonhos...
Há que afirme que ela é dos namorados.
Irresistível tomar um banho de lua
Apreciar o belo luar do sertão
Dedilhar a viola enluarada
Deixar a lua se transformar em canção.
Lua que rege, que governa, que domina...
Que embriaga, que inspira e que seduz,
Seja crescente, cheia, nova ou minguante
Seja do ébrio, do poeta ou dos amantes.
Saber viver é perdoar e esquecer
É amar mesmo sem reciprocidade
Prosseguir sem pensar em desanimar
Ao se ver diante da adversidade;
Saber viver é abominar a violência
Desterrar da alma o ódio e a vingança
É desfrutar da plena paz interior
Não deixar morrer jamais a esperança;
Saber viver é amar sem restrição
É doar-se sem esperar recompensa
Saber a hora exata de se calar
Para ouvir aquilo que o outro pensa;
Saber viver é nunca desejar o mal
É sorrir, é ter resignação
Não querer sentir-se o dono da verdade
Não insistir em estar sempre com a razão;
Saber viver é aprender com os próprios erros
E os obstáculos da vida superar
Aceitar críticas, ainda que injustas
Ser atingido e não querer revidar;
Saber viver é da vida não ter medo
É cultivar dentro de si a harmonia
Estar disposto a enfrentar vicissitudes
Agradecer a Deus por mais um novo dia;
Saber viver é saber preparar a terra
Lançar ao solo apenas as boas sementes
Dedicar-se a cultivá-las dia a dia
E colher bons frutos posteriormente
Quando meus lábios tocarem tua pele e minhas mãos percorrerem todo teu corpo.
Mergulharei nos mais profundos desejos de tua alma e sentirás dentro de mim,todo o meu corpo.
Seremos neste momento uma só pessoa.
Tu verás que todas nossas fantasias ganharão asas.
E nos conduzirão a um universo só nosso e,
como cometas em rota de colisão nos encontraremos extasiados em
extremo prazer.
Neste instante, o silêncio, por frações de segundos, será absoluto,
sendo apenas vencido por gemidos e palavras sussurradas docemente.
E nossos corpos, como nascentes de rios, embargados em suor.
Deslizarão mansamente sobre lençóis em movimentos de caricias
e cumplicidade.
Então te beijarei com toda intensidade de meu ser e olhando
dentro dos teus olhos direi......TE AMO.
Às vezes me bate um calor
Que dá vontade de abraçar alguém
Eu acho que é amor
Mas não sei de onde vem
Os olhos vêem tudo com uma cor diferente
E tudo fica mais bonito
Planta, animal e gente
Não é sempre que fico assim
Mas quando vem me faz bem
Eu acho que é amor
Mas não sei de onde vem
Essa alegria que me dá
Não dura mais que um instante
Mas o que ela deixa em mim é embriagante
Não tem como explicar
E dizer também não tem
Eu acho que é amor
Mas não sei de onde vem
Meu coração esta batendo tenso, descompassado, acelerado,
Num ritmo desenfreado, enlouquecido: meu Deus, estou perdendo o sentido
Uma coisa estranha esta acontecendo comigo, não sei o que sinto só sei que é estranho e esquisito o que estou sentindo neste minuto
Uma vontade louca de poder te abraçar, de poder te amar
Algo estranho esta acontecendo comigo,
Ouço sua voz ao meu ouvido dizendo: "VEM FICAR COMIGO"
Algo estranho acontece comigo,
Caminho ao seu encontro sem medo, sem vergonha, sem pudor me entrego a você
Fazemos amor, de uma forma descomportada os amantes nos admiram, suspiram, não acreditam que conseguimos ser dois quando parecemos um .
Estou perdendo o controle sobre o meu corpo que só quer te amar.
O quadro do amor

Nada falo do que sinto.
Procuro ocultar meus sentimentos.
Os meus sonhos eu mesmo pinto.
Assim não existem sofrimentos.
Coração partido é o meu carma.
O deleito é o meu defeito.
A timidez é a minha arma.
Sinceridade é o meu preceito.
A audácia é minha virtude.
Fragilidade um dom perfeito.
Ser feliz eu nunca pude.
Sem você não teve geito.
Só me restou a esperança.
Essa sim me faz feliz.
De sonhar ninguém se cansa.
E nos sonhos tive o que quis.
O teu amor e o teu carinho.
Eram meus tudo afinal.
Apesar de durar só um pouquinho.
Tudo parecia tão real.
O aprendizado da vida
Com o passar dos anos, aprendemos que um sorriso representa muito mais que mil palavras; que os verdadeiros amigos são aqueles que se fazem presentes nos momentos em que mais precisamos; que a vida, muitas vezes, nos apresenta caminhos íngremes e subversos, porém a vista ao chegar no topo é maravilhosa; que muitas vezes os caminhos mais fáceis não são os que obteremos mais sucessos e que a glória da conquista é sentida por poucos, pois são esses poucos que sabem lidar com as dificuldades encontradas durante o percurso.
Aprendemos também que escutar e entender uma pessoa é muito mais gratificante do que sermos escutados; que as pessoas são muito mais do que a aparência, pois a verdadeira beleza está dentro de cada um de nós; que a vida tem que ser vivida da forma mais excitante possível, pois o tempo é curto, mas o mesmo se faz menor aqueles que não possuem a capacidade de sonhar; que um conselho sincero não é para ser seguido, mas sim para ser pensado.
Aprendemos também que sonhar é muito fácil, mas realizar esse sonho é uma tarefa árdua e cansativa; que as oportunidades muitas vezes são únicas, por isso devemos estar sempre preparados; que as mudanças muitas vezes são difíceis mas fugir da realidade é muito mais vergonhoso; que jamais conheceremos realmente uma pessoa se não dermos à mesma a chance de nos conhecer.
Aprendemos também o significado da frase: “Não contentar-se de contente”, pois temos a necessidade de estarmos sempre renovando nossa vida, pois um sonho só dura o tempo de tornar-se realidade e, após isso, novas metas devem ser traçadas para que a nossa vida tenha um verdadeiro sentido e valor.
Aprendemos também que um gesto pode não refletir um sentimento; que existem várias formas de se expressar o amor, mas nenhuma se compara a estonteante felicidade de conviver ao lado das pessoas de quem realmente se ama.
Porém, o mais interessante dessa caminhada, conhecida como vida, é que todas as coisas que aprendemos até hoje é quase nada perto do que a vida irá nos mostrar durante o passar dos nossos anos e que constantemente estamos nos deparando com novidades e que muitas vezes essas se encontram em pequenas coisas.
Aprendemos também que escutar e entender uma pessoa é muito mais gratificante do que sermos escutados; que as pessoas são muito mais do que a aparência, pois a verdadeira beleza está dentro de cada um de nós; que a vida tem que ser vivida da forma mais excitante possível, pois o tempo é curto, mas o mesmo se faz menor aqueles que não possuem a capacidade de sonhar; que um conselho sincero não é para ser seguido, mas sim para ser pensado.
Aprendemos também que sonhar é muito fácil, mas realizar esse sonho é uma tarefa árdua e cansativa; que as oportunidades muitas vezes são únicas, por isso devemos estar sempre preparados; que as mudanças muitas vezes são difíceis mas fugir da realidade é muito mais vergonhoso; que jamais conheceremos realmente uma pessoa se não dermos à mesma a chance de nos conhecer.
Aprendemos também o significado da frase: “Não contentar-se de contente”, pois temos a necessidade de estarmos sempre renovando nossa vida, pois um sonho só dura o tempo de tornar-se realidade e, após isso, novas metas devem ser traçadas para que a nossa vida tenha um verdadeiro sentido e valor.
Aprendemos também que um gesto pode não refletir um sentimento; que existem várias formas de se expressar o amor, mas nenhuma se compara a estonteante felicidade de conviver ao lado das pessoas de quem realmente se ama.
Porém, o mais interessante dessa caminhada, conhecida como vida, é que todas as coisas que aprendemos até hoje é quase nada perto do que a vida irá nos mostrar durante o passar dos nossos anos e que constantemente estamos nos deparando com novidades e que muitas vezes essas se encontram em pequenas coisas.
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